sábado, 26 de julho de 2014

Mosca branca do Cajueiro - A Caju cultura da Serra do Mel RN precisa combater essa praga.



MOSCA BRANCA DO CAJU - CONTROLE NATURAL


O controle da praga do caju
A mosca-branca-do-cajueiro é uma praga da cultura do caju no semi-árido nordestino controlada com óleo vegetal
Fonte: - 22/11/2008
Foto: portaldoagronegocio

Após a publicação da matéria "Mosca Branca está dizimando plantações de caju no Piauí", recebemos um link de um artigo publicado no portaldoagronegocio. Veja:

"ESPERO ESTÁ CONTRIBUINDO DE ALGUMA FORMA NO CONTROLE DESTA TERRÍVEL PRAGA DO CAJUEIRO.
UM ABRAÇO A TODOS OS PICOENSES."
EDILMAR LEÃO
TÉCNICO AGRÍCOLA
GUARULHOS/SÃO PAULO

O caju constitui um produto de elevada importância sócio econômica. No Brasil, a cultura concentra-se na Região Nordeste, sendo os Estados do Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte os maiores produtores.

Seu valor econômico se revela em face das múltiplas opções de aproveitamento como a amêndoa da castanha, o líquido da casca da castanha, a película das amêndoas, a casca da castanha e o pedúnculo.

No agronegócio do caju, encontram-se inseridas diversas atividades econômicas que vão desde a produção agrícola, passando pelo processamento da castanha e do pedúnculo, pelo segmento das embalagens, transportes e armazenamento, movimentando nos mercados interno e externo grande volume de recursos.

Até os anos 70, o cajueiro era considerado uma planta resistente às pragas. Com o incremento da área plantada e o adensamento das plantas, essa cultura mostrou-se suscetível ao ataque de insetos e ácaros, alguns causando danos econômicos, como é o caso da mosca-branca Aleurodicus cocois (Curtis, 1846) (Hemiptera: Aleyrodidae).

A ocorrência desse inseto foi registrada em 1968 nos Estados de Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte.

No Ceará, foi considerada de importância econômica em 1977 e no Piauí em 1978. A partir dessa época, alguns estudos foram feitos no sentido de controlar essa praga, principalmente aqueles dirigidos ao controle químico que apontaram alguns inseticidas como mevinphos, diazinon, malathion, methidathion, fenthion, endossulfan, parathion metílico, dichlorvos, thiometon e o phosphamidon com eficiência acima de 90% no controle de adultos e ninfas da mosca-branca.

Após esse período de pesquisas, não se verificaram novos estudos sobre o controle químico da mosca-branca, fato esse que se denota pela ausência de literatura sobre o assunto. Assim, esses produtos passaram a ser recomendados e utilizados para o seu controle.

Por outro lado, não se tem conhecimento se esses inseticidas foram registrados para a cultura e para a mosca-branca, norma legal para a prescrição de um produto no receituário agronômico, de acordo com o Artigo 64 do Decreto Lei N° 4.074 de 4 de janeiro de 2002 que regulamenta a Lei N° 7.802, de 11 de julho de 1989, que dispõe, dentre outras providências, sobre a utilização dos agrotóxicos.

Atualmente os princípios ativos registrados no Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA) para o controle de pragas no cajueiro são a deltametrina, a fenitrotiona, o triclorfon e o enxofre.

A importância do cultivo do cajueiro no Nordeste brasileiro, além da produção da castanha, pseudofrutos e derivados, está também na criação de abelhas e produção do mel, principalmente de Apis mellifera L. que está intimamente associada à época de floração da cultura, essencialmente na apicultura migratória.

Assim, a problemática do controle químico da mosca branca, bem como de outras pragas do cajueiro, está ligada à criação de abelhas e à produção e exportação do mel, uma vez que os produtos registrados no MAPA, para controle de pragas no cajueiro não estão registrados para o controle da mosca-branca, e todos são altamente tóxicos para abelhas.

Os inseticidas registrados para o cajueiro afetam diretamente a população das abelhas e, por outro lado, podem afetar também as exportações de mel, caso sejam encontrados resíduos desses produtos. Nesse sentido, o controle de pragas do cajueiro, entre elas a mosca-branca, deve ser feito com muito critério e conhecimento dos riscos ao meio ambiente, em particular com as abelhas.

Com o objetivo de controlar a mosca-branca-do-cajueiro sem afetar as abelhas, foi testada na Embrapa Meio-Norte a eficiência de óleos vegetais no controle de ninfas e ovos da mosca-branca-do-cajueiro e seus efeitos em operárias adultas de abelhas A. mellifera.

Os trabalhos constaram de dois ensaios: o primeiro, em campo, para testar a eficiência dos óleos vegetais como ovicida e no controle de ninfas, e o segundo foi desenvolvido em laboratório, onde se verificou a ação dos óleos aplicados para controle de ovos e ninfas da mosca-branca na mortalidade de operárias adultas de abelhas A. mellifera. Os testes foram realizados com óleos de soja, nim e mamona na concentração de 2%.
Os óleos vegetais apresentaram eficiência no controle de ovos da mosca-branca que variaram de 70,7 % a 45,9 % entre o segundo e o vigésimo dia após a aplicação e de 92,5% a 54,9% no controle das ninfas nesse mesmo período após a aplicação. As abelhas não foram afetadas pela aplicação desses óleos.

Com base nesses resultados, os produtores de caju dispõem de um produto natural e de baixo custo para o controle da mosca-branca. Uma pequena dificuldade na aplicação do óleo vegetal seria a insolubilidade do óleo em água. Para que isso acontecesse seria necessário a adição de um produto emulsificante na solução para promover a mistura do óleo com a água. Isso pode ser resolvido com a adição de 2% de detergente neutro ao óleo e forte agitação quando adicionar água na mistura óleo/detergente.

No comércio já estão disponíveis várias marcas de óleos vegetais apropriados para serem aplicados como adjuvantes e para controle de algumas pragas como cochonilhas em citros etc. Esses óleos já se encontram misturados com emulsificantes e prontos para serem adicionados à água sem nenhum problema de insolubilidade, no entanto, falta o registro no MAPA para que possam ser empregados no controle da mosca-branca em cajueiro, fato este que esperamos seja resolvido para a próxima safra de caju que se iniciará em junho do próximo ano.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Educar Um Filho sem dar limites é complicado.

10 maneiras de estragar um filho

Estragar os filhos é um privilégio dos pais, afinal, eles não conseguem se estragar sozinhos. Siga estes 10 passos a seguir e deixe seu filho completamente estragado.
   

  • Bons pais sempre se esforçam em agradar suas crianças, pois a ausência deve ser compensada com muitos brinquedos, mimos e guloseimas. Eles são os reizinhos do lar e temos que agradá-los e satisfazer todas as suas vontades. Afinal, eles são os mais bonitos, espertos e inteligentes filhos que um casal pode ter.
    Seguindo os passos abaixo, você criará adultos dependentes, mimados, que esperam que o mundo satisfaça todos os seus desejos ao menor comando deles. E se não conseguem, se deprimem, tornam-se rebeldes, usuário de drogas ou de autogratificação.

    1 - Fique ausente por todo o dia e traga trabalho para casa

    Quando seu filho quiser sua atenção, ou mostrar algo, finja ouvir e faça hum hum. Assim ele pensa que você respondeu e lhe deixa em paz para trabalhar ou navegar em redes sociais.

    2 - Não façam refeições em família

    É um hábito ultrapassado onde os pais têm que presenciar os filhos brigando, ou o cônjuge reclamando. Caso seja forçado a fazê-lo aproveite este tempo para enviar sms ou navegar nas redes sociais pelo celular.

    3 - Não lhes ensine princípios religiosos ou morais

    Não dê conselhos também, para isso você teria que despender tempo em aprender primeiro, ou quem sabe até frequentar uma igreja. Além de tudo ter que ser exemplo de honestidade e caráter moral é cansativo, exige autovigilância constante e traz dificuldades, discussões, desperdício de tempo em longas reuniões familiares. Orar com elas antes de dormir ou contar histórias toma um tempo precioso que você poderia usar para adiantar alguns memorandos ou relatórios para o dia seguinte.

    4 - Recompense-os

    Vamos concordar, vocês pais têm trabalhado demais e dado pouca atenção aos filhos. Fácil resolver. A culpa nesses casos ajuda muito. Vocês devem enchê-los de presentes. Quanto mais caros melhor. Dê-lhes tudo o que pedirem. Nunca digam "não". Afinal os pobrezinhos já sofrem com o tempo que vocês têm que trabalhar por eles, não é?

    5 - Trate-os como propriedades

    Esse vale mais para as mães. Afinal, quem é a rainha do lar? O pai é só um coadjuvante, que traz o alimento para casa, ele não entende de criar crianças. Foi a mãe quem os pôs no mundo e o pai não precisa fazer parte da educação dos filhos. Aliás, quanto mais distante ele estiver das crianças, melhor. Se a mãe ainda falar dele de maneira a diminuí-lo aos olhos dos filhos, mais estrago causará aos pequenos.

    6 - Não os repreendam

    Deixe-os ter liberdade de expressão e falar tudo o que quiserem, inclusive palavrões. Ache graça disso. Ria e eles rirão também e repetirão o palavrão várias vezes, inclusive na frente de outras pessoas. Expressar a raiva também deve ser direito das crianças. Gritar, fazer birra, brigar e bater em outras crianças ou mesmo nos pais é apenas uma maneira inofensiva de extravasar a raiva. Autocontrole é um conceito burguês e que fere a liberdade individual.

    7 - Nunca os responsabilize por nada

    Crianças são crianças, dar-lhes responsabilidades ou limites é tirar parte de sua infância. Elas não têm que ter tarefas em casa, isso é coisa de adultos. Deixe para a babá recolher os brinquedos ou roupas que elas deixam espalhados. Afinal é para isso que ela é paga. Quando vão mal na escola, não estudam ou brigam com oscolegas, a culpa é dos professores. Vá até a escola e brigue com todos. Afinal seu "bebê" é a criança mais doce e inteligente do mundo. Se estragarem os tênis, o uniforme, a roupa de marca ou sumirem com o celular, reponham imediatamente. Seus filhos não devem parecer ter menos condições financeiras que os colegas.

    8 - Briguem na presença deles

    Afinal, após tantos mimos, eles têm que entender que a vida é cruel e que os pais brigam. Exponham os defeitos um do outro. Quando o marido der uma ordem ou limite, a esposa pode intervir se achar que tal ordem não deve ser dada e dizer isso ao pai com o dedo em riste, para que os filhos entendam que têm uma defensora. Da mesma forma o pai deve desautorizar a mãe. Isso vai ajudar muito a estragá-los, além de deixá-los confusos sobre o que ou a quem obedecer.

    9 - Proteja-os do mundo e das pessoas más

    O mundo é perigoso e eles são apenas seus bebês. Mesmo que já estejam na adolescência. Não confie neles para saírem sozinhos, encham-lhes de medo e apreensão. Assim eles ficam em casa e vocês pais não precisam se preocupar com sua segurança. Não os deixem voar sozinhos, ter experiências próprias e nem sair de casa, mesmo que já tenham 40 anos.

    10 - Evite o contato físico

    Principalmente o pai. Abraçar e beijar seus filhos, dizer que os ama, deixe para a mãe. Afinal os filhos podem se aproveitar para manipulá-lo. Isso pode denotar fraqueza, é coisa de maricas. Esconda seus defeitos e seja invulnerável, o superpai que nunca falha.
    Seguindo esses 10 passos, com certeza os pais criarão filhos estragados, despreparados para a vida e infelizes. Estragar crianças é muito fácil. Difícil é amá-las, dar exemplo, limites, responsabilidades, direção, ensinar o valor das coisas e osvalores da vida, repreender quando necessário e elogiá-las na medida certa.
    "O que se faz agora com as crianças é o que elas farão depois com a sociedade." Karl Mannheim

terça-feira, 27 de maio de 2014

Agricultura Familiar - Famílias no Brasil no Governo do PT mostra potencia na produção de alimentos.

Marcos Rochinsk, coordenador da Federação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar (Fetraf), ressalta a importância dos recursos do ‪#‎PlanoSafra‬ para as famílias produtoras e para o desenvolvimento do Brasil.
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